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quinta-feira, 25 de agosto de 2016

II Festival O Recife Assombrado



     Quem mora no Recife ou reside perto, tem a oportunidade de prestigiar um festival que ira agradar e muitos os amantes do sobrenatural.
     Recife já muito conhecido pelos seus contos, a velha do Caxangá, a perna cabeluda, a cumade e muitas outras e a partir do dia 31 de Agosto a 04 de Setembro no SESC de Santo Amaro teremos essa oportunidade de conhecer, saber mais sobre o que o Recife tem de assombrado.

Mais informações acesse o site dos organizadores http://www.orecifeassombrado.com/


                                                     O ENCONTRO COM O PAPA-FIGO.


Testemunha conta um macabro encontro noturno, nas ruas do Recife, com o PAPA-FIGO – “serial killer” ou assombração?  Este vídeo é um chamado para o longa metragem “O Recife Assombrado“, filme da Portela Produções e da Viu Cine que vai contar velhas e novas histórias de malassombro.


quarta-feira, 16 de julho de 2014

Casa Ensolada!

Um dia numa viagem ao campo, as 23:00 da noite, a jovem Jaqueline e seu namorado Manuel viram uma casinha pequena isolada das outras, bem em cima de uma montanha, com uma luz acesa que iluminava o local inteiro, e barulhos de brigas, chicotes e alguns gritos. Eles resolveram passar bem perto da casa e viram sombras, como se tivesse alguém com um chicote na mão estuprando uma criança. O casal decidiu ir pra fazenda do seu amigo. No dia seguinte, perguntou quem eram os moradores daquela casa, o moço respondeu: Não mora ninguém naquela casa há 23 anos, uma jovem de 9 anos foi morta pelo seu avô, que logo depois se suicidou, as 23:05 da noite... Até hoje, moradores locais conseguem ver e escutar os gritos, começando as 22:55 e terminando as 23:05 da noite.

João da Mata!

Esta história e verídica e ouvi quando tinha nove anos do meu tio e quando ele contou me arrepiei, em meados dos anos de 1970 meu tio foi pescar no rio Jaguari em Aruja, São Paulo, foi quando eles pescavam tranquilamente e até pegaram alguns peixes todos se divertiam e não existiam bebidas entre eles gostavam muitos da natureza e admiravam a mata bela, natureza cantos de pássaros e muitos ruídos de animais e meu tio alertou VAMOS EMBORA VAI ESCURECER!Todos perceberam que as horas avançaram e atenderam o pedido foi ai que todos começaram o caminho de volta e conversavam um pouco de tudo muito contentes com a pescaria observavam a natureza foi ai que de repente um clima, estranho tomou o trilho do rio Jaguari meu tio atento olhou para mata e percebeu algo de errado com a paisagem e olhando melhor viu um Homem deitado na mata mas não era um homem normal ELE TINHA 15 METROS DE ALTURA.Quando percebeu que era real todos correram para longe daquele lugar,por que o medo os dominou chegando em casa, ele contou para meu avô que falou que o que eles viram Era o JOÃO DA MATA ENFORCADO EM UMA ARVORE ASSIM DIZIA A HISTÓRIA QUE MEU AVÔ OUVIRA. Anos depois minha esposa também me falou de ter visto tal criatura andando na mata e tudo me leva acreditar que ele existe e que as matas escondem muitos mistérios então cuidado quando entrar em uma mata, por que pode encontrar uma assombração desta. Ele tem um grande chapéu e corre no meio da mata....Cuidado é O JOÃO
DA MATA!!!

Fonte: Simples Paranormal

domingo, 9 de março de 2014

Lenda Urbana: LOBISOMEM DO BAIRRO TARUMÃ DE CURITIBA

LOBISOMEM DO BAIRRO TARUMÃ DE CURITIBA


Dona Cida é uma senhora, que mora a muitos anos no bairro Tarumã, em Curitiba. Então, ela me contou a lenda abaixo e autorizou-me a posta-la na Internet: Reza a lenda que nos anos 60, um rapaz vindo do interior chamado Zé, bateu nas portas do Jockey Club, localizado no bairro Tarumã, para pedir emprego. Então, este moço explicou a sua situação ao gerente, que deu emprego de auxiliar de serviços gerais e um quartinho nos fundos do estabelecimento para Zé morar. O problema foi que partir daquele momento, nas noites de Lua Cheia, de quinta para sexta-feira coisas estranhas passaram a acontecer: primeiro os moradores passaram a escutar uivos estranhos vindo do jóquei, mas pensaram que se tratava de um cachorro de grande porte. Porém, no mês seguinte, os cachorros da região começaram a aparecer com os corpos dilacerados. Por isto, quem tinha bichos de estimação passou a prender os animais nas noites de Lua Cheia. Já no outro mês, Lurdes, que era vizinha de dona Cida, passou maus bocados por causa do monstro. Como esta moça era uma enfermeira solteira, dependendo do horário do plantão, ás vezes, ela pegava o ônibus madrugueiro e chegava altas horas em casa. Numa madrugada de sexta-feira, Lurdes estava cortando caminho por um bosque no Tarumã, quando, de repente, sentiu que estava sendo seguida. Então quando ela olhou para trás viu um lobo gigante e passou a gritar. O bicho encostou as garras nas costas da donzela, que sangraram e ficaram marcadas. Mesmo assim, como esta dama conseguiu entrar numa rua iluminada, escapou do monstro. Porém, ao chegar à sua casa, a jovem chamou a ambulância. Porém, os médicos não souberam identificar qual tipo de animal atacou Lourdes. No dia seguinte, Zé bateu palmas na cada de Cida, com uma aparência cansada e perguntou se esta senhora tinha um punhado de sal para emprestar. A dona-de-casa foi até a cozinha e deu o pedido ao moço, que no mesmo instante derramou todo o sal em sua boca. Deste jeito Cida pensou: - Este rapaz só pode ser um lobisomem, pois lá no norte do Paraná dizem que um homem que pede sal, na casa da vizinha, com aparência de cansado é porque virou lobisomem na noite anterior. Afinal, a transformação consome muito sal do corpo. No outro mês, alguns cavalos do jóquei apareceram mortos como se fossem atacados por um animal de grande porte. Então, acionaram as autoridades competentes para uma investigação. Naquele mesmo dia, Zé desapareceu e a partir daquele instante não houve mais relatos de ataques de lobisomens no bairro Tarumã.

Luciana do Rocio Mallon - 2/3/2014
Lenda Retirado do Site Mr.Malas


E MANDE SUA HISTORIA PARA SER POSTADA AQUI NO
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PELO E-MAIL misteriodooutrolado@hotmail.com OU 

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sábado, 8 de março de 2014

Fantasmas Rondam Funcionários de Funerária em SP

Fantasmas Rondam Funcionários de Funerária em SP


Funcionários de uma funerária no interior de São Paulo colecionam histórias de fantasmas e acontecimentos estranhos. Para eles, porém, o convívio com as visitas inesperadas é apenas consequência do trabalho com a morte. Na véspera do Dia de Finados, que é celebrado neste sábado (2), o iG acompanhou a rotina dos profissionais da morte na Urbanizadora Municipal (Urbam) de São José dos Campos, responsável pelo serviço funerário da cidade.

Há duas décadas o tanatopraxista (técnico que prepara os cadáveres para os velórios) Edivaldo dos Santos, de 46 anos, assegura a conservação de corpos. Ganhou o apelido de Doutor Morte e teve de trilhar um longo caminho até se livrar dos pesadelos com cadáveres. “Quando comecei, era coveiro e tinha acesso ao IML [Instituto Médico Legal]. Parte do meu trabalho era recolher corpos após autópsias”. E foi nessa temporada, em 1999, que Santos viveu sua primeira “situação estranha”.

“Estava acompanhando um enterro quando fui abordado por um jovem de 15 anos. Ele me falou: ‘A placa do túmulo caiu. Ninguém vai colar?’. Não era meu trabalho, mas quis ajudar e busquei a cola. Quando voltei, ele não estava mais lá”. A surpresa veio quando Santos olhou a foto na lápide e reconheceu o adolescente. “Era ele. Mas também quero acreditar que era um irmão gêmeo”.

Para o motorista Vagner Mariano da Silva, de 41, os fenômenos assustam, mas acabam virando piada. Há dez anos na profissão e um dos responsáveis pelo transporte dos mortos, Silva conta que um episódio de 2008 lhe causou arrepios. Ele levava um corpo para um velório em Paraibuna (SP).

“A viúva quis acompanhar e toda hora ficava virando o pescoço para trás. Para mim, ela estava apenas olhando o caixão”, conta. Quarenta minutos depois e já no destino final, Silva retirou a urna do carro e despediu-se da mulher quando ouviu: “E o seu amigo? Ele não vai descer?”. “Lembro que ela até ficou brava comigo porque falei ninguém tinha vindo com a gente. Mas, segundo ela, um homem veio sentado ao lado do seu marido”.

Muitas vezes, as experiências vividas no ambiente funerário não podem ser compartilhadas com os familiares. “As pessoas não acreditam ou não querem acreditar. Mas vemos tudo isso no trabalho e não estamos dormindo”, conta Silva. Ele lembra também a história de um amigo que teria presenciado a trepidação das portas das quatro salas de velórios. “Mas quando foram checar, estava tudo trancado. Ninguém sabe o que aconteceu”.

O coveiro Milton, que trabalha há seis anos na Urbam, se considera um novato nos assuntos da morte, mas já foi surpreendido em duas ocasiões. Durante um procedimento de exumação de restos mortais enterrados havia 10 anos, Milton esperava encontrar uma ossada, mas encontrou um corpo intacto. “Levei um susto. Parecia que o cara tinha sido enterrado no dia anterior, foi uma loucura aquilo para mim”. Não foi o único susto: durante um velório, um corpo se mexeu dentro do caixão. “A filha foi tocar o corpo e ainda estava quente. Ela começou a gritar dizendo que o pai estava vivo. Mas a polícia chegou e viu que não tinha pulso. Foi bem estranho”.

Além dos pequenos sustos, os profissionais enfrentam olhares desconfiados e o receio dos mais próximos. Ao caminhar com a reportagem nas ruas do bairro Vila Industrial, o Doutor Morte é reconhecido. Apaixonado pela profissão, ele até ironiza o medo que percebe nos outros. “Cara, acho que você perdeu o brilho dos olhos. Dá uma passada lá [na funerária]”, disse rindo ao cobrador de um ônibus que o cumprimentou. “Deus me livre, doutor. Nem brinca com essas coisas”, rebateu o homem do coletivo.

“As pessoas têm medo de mim. Quando entro no ônibus, não tem como não encontrar um assento livre. Para eles eu represento a morte”, disse Benedito dos Santos. O motorista Vagner conta também que uma ex-cunhada evita até tocá-lo pela sua convivência com os mortos. Os apertos de mãos também são evitados, conta o coveiro Milton. “Outro dia mesmo encontrei um amigo de longa data e perguntei: ‘Tudo bom, meu querido?’. Logo dei a mão e ele me deixou ali. Fiquei até vermelho. Eles pensam que tocamos os mortos do mesmo jeito que os vivos. É diferente”.


Fonte: Blog Historia de fantasma

sábado, 23 de novembro de 2013

Histórias Enviadas

A Brincadeira do Compasso da Morte
Enviada por Bruno.
Cidade Desconhecida.

Dias das bruxas, eu estava fazendo lição de casa com os meus amigos tinha que fazer um texto sobre dias das bruxas '-'
E depois quando eu e os meus amigos terminaram a fazer, agente pensou uma brincadeira de real e eu falei:
- vamos brincar da brincadeira do compasso?
e eles acertaram a jogar, e pegamos as coisas que precisavam do jogo; e depois agente começaram a jogar :)
Os nomes do meus amigos eram: Paulo,Matheus,João e Lucas ;
A primeira pergunta e o joão e perguntou:
- tem alguém ai?
 O compasso tirou: S-I-M, e a segunda pergunta e o lucas e perguntou:
- que letra?
 O compasso tirou com a letra: R, e a terceira pergunta e o Matheus e perguntou:
- alguém vai morrer?
 O compasso tirou: S-I-M, e a quarta e o paulo e perguntou:
- quantos?
 O compasso tirou com o numero: 1, e o quinto era eu e perguntei:
- posso sair?
 O compasso tirou: N-Ã-O, ai, começamos de novo a ordem, e a sexta e o joão e perguntou:
- quem vai morrer?
  O compasso tirou com a letra: M, e o sétimo e o lucas e perguntou:
- posso sair?
 O compasso tirou: N-Ã-O, e o oitavo e o Matheus e perguntou:
-  posso sair?
 O compasso tirou: S-I-M, e o novato e o paulo e perguntou ( pergunta estanha):
- o Matheus esta morto na sala?
 O compasso tirou: S-I-M, e logo eu levantei na cadeira e os meus amigos Também , e foi na sala, e viu o Matheus morto no sofá, com a cara bem feia, e os olhos abertos e sangrando e a mão sem dedos só ficou 2 dedos e o outro braço ficou com 3 dedos, e o corpo sem pernas, e eu foi logo ligar com o policias, e Ambulância também, e eu fui no quarto e viu o espirito do Matheus jogando e virou pra traz e viu eu, e foi em frente em mim e diz, baixinho e nem ouvi direito.
E o policias e ambulâncias chegaram e levaram o Matheus pro terreno, quando eu dormia eu sonhava que o Matheus falou:
- eu guardei um bilhete pra voçê,esta no meu coração...
e logo acordei assustado, e o lucas olhou pra mim e perguntou:
- que foi cara?
e eu respondi:
- eu sonhei, com o Matheus dizendo que guardou um bilhete no coração dele.
e o lucas, respondeu:
- hum. amanhã vamos ir na igreja e ver o terreno dele ta ligado?
eu respondi:
- ta
   O outro dia chuvoso com o verão, ai, eu e os meus amigos chegaram la no terreno e depois eu vi o mais perto no caixão e vi um bilhete no casaco dele, e eu falei pro tio dele:
- tio Luiz, tem um bilhete no casaco dele, posso pegar?
e o tio respondeu:
- não, pode pegar;
e eu falei:
- porque? eles colocaram isso dele?
O tio respondeu ²:
- sei lá, '-'
E eu e os meus amigos viram o terreno, e depois quando eu cheguei em casa, e fui logo no quarto e peguei o mistério diário, quando eu peguei e vi um bilhete em cima dele, e peguei e estava escrito:
  O bilhete do meu coração:
O dia, que eu estava jogando com voçes, eu ja sabia que eu ja ira morrer, porque eu ja brinquei varias vezes essa brincadeira, e tinha tal roberto, que ja morreu e queria me matar no sofá da sala quasinho que o roberto se matou, e ele conseguiu e agora eu entrei no lugar dele, e tambem cuidado
falo amigo.         ASS: Matheus soares Martins, em 19/04/2007 ;
E eu fiquei com medo, quando virei pra traz a porta fechou, e eu fiquei preso 2 dias no quarto que agente brincou, quando a porta abriu de 2 dias, era a minha mãe :) e ela me salvou :D
E agora os meus amigos , pararam de jogar essas brincadeiras e eu não parei de jogar , e vou ir jogar até a morte ;) só jogo as vezes ;/
  Essa brincadeira foi em: 18/04/2007 , e 22:15 hrs da noite...

* Envie também você sua história ou fato que aconteceu com você ou com alguém que conheça,
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sexta-feira, 10 de maio de 2013

História Enviada


Maria Sozinha
Enviada por Vinicius 



Na cidade de Mossâmedes, interior de Goiás, existe uma serra chamada Serra Dourada.
Os moradores da cidade contam que a muitas décadas  moravam na serra duas irmãs, das quais uma se chamava Maria. Um dia a irmã de Maria foi coletar frutos para venderem em uma feira da cidade. Ela ficou grande parte do dia fora e, quando retornou, não encontrou sua irmã em nenhum lugar. Procurou ela próximo a casa e não encontrou nenhum sinal da Maria.
No dia seguinte, ela pediu a ajuda dos moradores da cidade para procurar a irmã. Eles chamaram os Bombeiros e fizeram uma busca por toda a serra e aos arredores desta, mas nunca encontraram nada, nem roupas, nem sangue, nem sinais de luta, nada que pudesse dizer o que aconteceu com a Maria.
Hoje, na serra existe uma reserva pertencente a Universidade Federal de Goiás. Os vigias da reserva e os moradores da cidade contam que as vezes durante a noite é possível ouvir os gritos de agonia de uma mulher, q ue aparentemente está sofrendo e pedindo socorro. Eles atribuem estes gritos a irmã que sumiu e, dizem que quem está gritando é a MARIA SOZINHA.

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História Enviada.


Alma Passeando ?
Enviada por Denilson Rodrigues


Bom, esta aconteceu comigo em casa mesmo. Nessa casa e durante alguns anos, sem mais nem menos, fatos estronhos começaram a acontecer, e depois sumiram, pararam de ocorrer sem que nunca entendessemos o porque daquilo até hoje. Resolvi me inscrever e começar a contar alguns que eu me lembro pois são fatos de anos atrás.

Era tarde da noite e eu estava na cozinha preparando um lanche, depois de chegar do colégio. Nessa época eu estudava a noite no CEFET-PA, estava nisso e junto a mesa. Quando minha única companhia, todos dormiam aquelas horas, o nosso caozinho de estimação, o Rey, que me olhava calmamente se agitou e levantando começou a latir insistentemente para a porta, já trancada, da cozinha, e que dava acesso a area livre do terreno, que por sua vez ficava isolado da rua por um muro bastante alto. As pessoas que vinham da rua entravam por essa porta quando queriam ir direto para a cozinha. Olhei para o Rey, automaticamente, e ele nem ligava pra mim, latia sem parar diante da porta, fiquei ali parado com o sanduiche nas mãos, sem me mexer de tão inusitado que era o comportamento dele. Ele ficou nisso e de repente deu dois passos pra trás e completamente excitado latiu e saltou no ar. E continuou latindo enquanto saltava e dava uma meia volta. A essa altura eu estava atônito. Só vocês vendo como ele fazia, e fiquei definitivawmente paralisado de espanto quando o Rey, já falecido, que era bem pequeno peludo e esperto, começou a andar sem parar de latir e olhando pra cima, para um ponto no ar. E passando por mim com se eu não existisse, foi seguindo sei lá o que até a pequena escada de três degraus que dava para um corredor. Esse corredor só leva para um lugar, o pequeno altar improvisado de orações as almas do purgatorio, que minha mãe usava para acender as velas, dedicadas a alcançar paz para essas almas. Subiu a escadaria e foi embora latindo e acompanhando com o olhar alguma coisa suspensa no ar. Parecia exatamente que uma pessoa passara por mim em direção ao lugar de orações da casa, e só o Rey conseguia ver. E eu não me mexi um instante, mas bateu o arrepio e comi rapidinho e fui dormir mais cedo que o de costume. Até hoje lembro disso, embora não tivesse ficado aterrorizado nem nada, só completamente intrigado e arrepiado.

História Enviada


A Menina de Pijama
Enviada por Gaby ES


É uma história bem simples, acreditem ou não, mas só quem vê, sabe a sensação. Eu era bem novinha, nunca encanei com essas histórias de espiritos, mesmo porque ninguém da familia nunca comentou sobre, e eu nunca havia ouvido falar sobre isso até que...

Teve esse dia, em que meus pais foram viajar. Então fiquei com as minhas tias em casa. Já era bem tarde. Eu estava assistindo a um filme na tv, o qual eu não me lembro agora, e como de costume, minhas tias ativaram o sleep time da tv, porque é de lei, sempre dormi assistindo a televisão. Eu comecei a ficar sonolenta, pegando quase no sono, mas antes que eu pudesse dormir minha tv havia desligado.

A cama do meu quarto, fica encostada a um canto da parede. Eu tive a infelicidade de olhar pra esse canto acima da minha cabeca, onde pude ver nitidamente uma menininha encolhida no teto, com um pijaminha azul clarinho cheio de coisas desenhada. Ela tinha cabelos pretos e lisos. Não pude ver o rosto. O cabelo cobria ao mesmo tempo que caia na minha direção. Eu fiquei assustada e sai correndo do quarto. Foi uma coisa digamos que, " freak". Foi a primeira vez que presenciei algo assim, e desde então, não vivo em paz. Sempre que saio no escuro fico com medo de ver o que não quero, porque sinceramente, eu tenho muuuuuito medo.


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sábado, 13 de abril de 2013

O Vulto

O Vulto
História Enviada por: Eduardo Gomes, Recife-Pernambuco


O que eu irei contar para vocês é TOTALMENTE REAL. Aconteceu comigo. Eu tinha por volta de 5 ou 6 anos quando passei por essas situações estranhas. Minha mãe sempre me dizia que eu tenho pouquíssimas obrigações a cumprir, e uma delas é forrar a minha cama. Tarefa muito mais do que simples, mas que um dia, se tornou algo assustador. Como de costume, peguei o lençol e o cobertor, e fui no quintal sacudi-los. Estendi-os no varal, e deixei arejando um pouco. Quando fui pegar os lençóis, ouvi um barulho um pouco estranho, mas nada fora do comum. Era uma espécie de chiado (como quando a antena da televisão não capta mas um canal e começa a chiar), porém, estava baixo. Fiquei um pouco assustado, mas continuei a fazer o que estava fazendo. Ao entrar no meu quarto, vi uma espécie de vulto passando por traz da janela (nessa época, a janela do meu quarto era veneziana), foi numa velocidade incrível. Quando isso aconteceu, tranquei a porta do meu quarto, e deitei na minha cama. Eu pensava  que era algum ladrão, na verdade, estava torcendo para que fosse. Se não me falha a memória, fique no quarto durante uns 20 minutos. Então, abri a porta, e sai "de fininho" do quarto. Fui em direção à cozinha, peguei um copo e coloquei praticamente no centro da mesa, abri a geladeira, e peguei uma garrafa de água gelada. Quando fui fechar a porta da geladeira, só ouvi um barulho de copo caindo no chão, tomei um mega-susto. Quando isso aconteceu, coloquei a garrafa de água encima da mesa, e fui correndo para a sala. E nisso, ouvi o mesmo chiado, só que extremamente alto. Aquele barulho ficou "latejando" na minha cabeça. Com pressa, peguei a chave, abri a porta e fui em direção ao portão da minha casa. Sai de casa e desci para a casa da minha avó (casa de baixo). Estava desesperado e chorando muito. Quando contei para a minha avó, ela não acreditou e me disse que era coisa da minha cabeça. Fiquei extremamente irritado por ela não ter acreditado em mim, então, resolvi não contar o acontecido a mais ninguém, por que tenho certeza que ninguém acreditaria em mim.
Enfim, não sei muito bem se o que aconteceu foi algo do tipo "Sobrenatural", mas que eu fiquei desesperado eu fiquei.
Acredite se quiser, mas a história é real.



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quinta-feira, 11 de abril de 2013

História Enviada

Maria Sozinha 
Enviada Por Vinícius Faria- Goiás

Na cidade de Mossâmedes, interior de Goiás, existe uma serra chamada Serra Dourada.
Os moradores da cidade contam que a muitas décadas  moravam na serra duas irmãs, das quais uma se chamava Maria. Um dia a irmã de Maria foi coletar frutos para venderem em uma feira da cidade. Ela ficou grande parte do dia fora e, quando retornou, não encontrou sua irmã em nenhum lugar. Procurou ela próximo a casa e não encontrou nenhum sinal da Maria.
No dia seguinte, ela pediu a ajuda dos moradores da cidade para procurar a irmã. Eles chamaram os Bombeiros e fizeram uma busca por toda a serra e aos arredores desta, mas nunca encontraram nada, nem roupas, nem sangue, nem sinais de luta, nada que pudesse dizer o que aconteceu com a Maria.
Hoje, na serra existe uma reserva pertencente a Universidade Federal de Goiás. Os vigias da reserva e os moradores da cidade contam que as vezes durante a noite é possível ouvir os gritos de agonia de uma mulher, que aparentemente está sofrendo e pedindo socorro. Eles atribuem estes gritos a irmã que sumiu e, dizem que quem está gritando é a MARIA SOZINHA.



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sábado, 6 de abril de 2013

Você no Mistérios do Outro Lado !!!

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